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Notícias - Gerenciamento de Projetos e Obras

O que a cadeia produtiva envolvida no processo de obras tem a ganhar com novas tecnologias

28/06/2018

As tecnologias estão cada vez mais integradas aos processos da construção civil. O BIM (Building Information Modeling - Modelagem de Informações da Construção), que cria digitalmente modelos virtuais de uma construção e permite melhor análise e controle do que os processos manuais, por exemplo, já é uma realidade no Brasil. Começam a chegar por aqui também a “impressora” 3D para uso na construção, além de outros aparatos, como os drones, que já são usados pela PLANSERVICE para inspecionar e mapear edifícios.

E há muito mais pela frente. Na Califórnia, nos Estados Unidos, na Índia e na China já estão em testes equipamentos capazes de construir uma casa em poucos dias. Ou seja, a tecnologia chegou para ficar e o mercado só tem a ganhar. “Os ganhos são objetividade, praticidade, mitigação de erros e, principalmente, melhoria na comunicação”, afirma Adriana Souza, gerente de projetos da PLANSERVICE.

“A tecnologia pode nos ajudar simplificando trabalhos e nos ajudando a sermos mais objetivos nas nossas demandas e comunicações. Antes, alguns relatórios de gerenciamento demandavam muito trabalho manual, longe da atividade-fim dos profissionais. Era necessário ir a campo fotografar, carregar projetos impressos e fazer anotações para, depois, organizar tudo isso nos programas Word e Excel. Agora temos aplicativos que podemos carregar no celular ou tablets, onde fazemos todos os lançamentos das informações e, quando terminado, é só conectar à internet para enviar aos interessados”, comemora Adriana.

Na opinião de Adriana, os custos eram o maior impedimento para a aplicação de novas tecnologias, mas eles estão diminuindo cada vez mais, aumentando a viabilidade e também a competitividade no mercado da construção civil. “Entendo que existe uma tendência de, a cada dia, as novas tecnologias ficarem mais acessíveis e amigáveis quanto à sua aplicação”, acredita a gerente de projetos.

Segundo ela, as empresas terão que investir, mas sem necessariamente repassar os custos diretamente aos projetos, pois essas tecnologias facilitarão o dia a dia da equipe e, por consequência, tornarão o trabalho que antes era árduo e braçal mais rápido e simples, sobrando, assim, maior tempo para os profissionais fazerem o trabalho intelectual de análise, que nenhuma tecnologia deve substituir tão cedo. “Resumindo, o investimento deve ser pensado como melhoria da qualidade do trabalho que entregamos”, conclui.


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