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PLANSERVICE se prepara para cenário pós-eleição

01/08/2018

Os últimos anos foram bastante incertos para a economia brasileira, principalmente por conta das instabilidades verificadas no cenário político. Diante das inúmeras denúncias de corrupção, muitas delas envolvendo grandes construtoras, ocorreu uma queda nos investimentos na indústria da construção. Muitos projetos foram paralisados ou postergados e o mercado ficou parado, esperando os próximos acontecimentos. O resultado foi uma depreciação dos honorários e uma concorrência muito acirrada, especialmente na área de gerenciamento de obras, para onde diversas empresas do ramo da construção civil, mesmo aquelas sem a qualificação necessária, migraram.

A preocupação continua, porque não houve ainda uma melhora real neste cenário, mas a situação deve começar a mudar com a proximidade e ocorrência das eleições. “Embora o cenário político e econômico ainda não seja positivo, investidores e incorporadores já começaram a se movimentar visando a reposição de estoques. Como o ciclo de projeto, aprovação e construção é relativamente longo, este movimento visa colocar os produtos no mercado dentro de dois a três anos quando, espera-se, um cenário de real recuperação já esteja estabelecido. Entretanto, acreditamos que só após as eleições deste ano essa movimentação começará a se tornar uma demanda real por serviços de arquitetura e engenharia”, afirma Carlos Miller, Sócio-Diretor da PLANSERIVE.

Miller lembra que os mercados hospitalar e de logística foram os mais atendidos neste primeiro semestre de 2018, período que a PLANSERVICE aproveitou para investir em novas tecnologias, treinamento e novos produtos. “Nós tivemos a oportunidade de desenvolver duas aplicações que com certeza possibilitarão maior confiabilidade e redução de custos, além de estarmos trabalhando num terceiro projeto. A primeira é a utilização de drones em inspeções, permitindo um registro fotográfico mais preciso e frequente. A segunda metodologia é a utilização da ferramenta Snager, que também permite uma maior acuidade nos registros e disseminação das informações. Estamos também desenvolvendo a interface entre o aplicativo Snager e outras ferramentas próprias da PLANSERVICE, para uma melhora de produtividade, confiabilidade e otimização operacional”, afirma Fernando Fahham, Sócio-Diretor da PLANSERVICE.

 

Novas demandas

Antes da crise, era raro os clientes contratarem de forma fracionada o gerenciamento para o desenvolvimento de projetos e para as obras. Desde que se instaurou a crise, no entanto, a PLANSERVICE tem sido solicitada para gerenciar e coordenar o desenvolvimento de projetos e para desenvolver processos de contratação de construtoras, muitas vezes em momentos separados, ou seja, sem a garantia de continuidade, o que revela a intenção dos clientes em aguardar por sinais de melhora na economia antes de tomar a decisão de efetivamente iniciar obras.

Apesar das incertezas, a PLANSERVICE continuou a atender os mercados hospitalar e de logística no primeiro semestre de 2018, além de desenvolver metodologias aplicáveis ao mercado residencial de grande volume. “Indústrias exportadoras também têm se movimentado no sentido de reforçar suas linhas de produção. Além do Gerenciamento de Projetos e Obras, refletindo a intenção de iniciar investimentos, alguns clientes têm também nos solicitado Due Diligencies Técnicas em terrenos e imóveis visando a aquisição num futuro próximo”, ressalta Miller.

Para o segundo semestre, a expectativa para os novos rumos do mercado de engenharia e gerenciamento de obras fica por conta do resultado das eleições. “A nossa projeção para o segundo semestre está relacionada aos desdobramentos dos preparativos para o processo eleitoral nacional. Caso a tendência seja a de continuidade e aceleração das reformas políticas e da previdência necessárias, acreditamos que o represamento na área de investimentos poderá deixar de ocorrer no último trimestre do ano”, finaliza Fahham.