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Série Engenharia de Riscos: Plano de gerenciamento 05/06/2017

No quarto capítulo da série Engenharia de Riscos, vamos abordar o plano de gerenciamento. "O objetivo do plano de gerenciamento é garantir coerência e uniformidade nos processos de identificação, análise, resposta e controle dos riscos, contribuindo para a melhoria do seu desempenho e visando ao alcance dos seus objetivos", explica Leonel Domiciano, gerente de projetos da PLANSERVICE. 

 O sistema de gerenciamento de riscos terá como base:

  • Planejar o Gerenciamento de Risco: gerar diretrizes para que os outros processos sejam realizados adequadamente.
  • Identificar Riscos: gerar uma lista de riscos o mais completa possível para o projeto.
  • Analisar Qualitativamente os Riscos: promover uma avaliação qualitativa dos riscos para que estes possam ser priorizados e quantificados.
  • Analisar Quantitativamente os Riscos: promover uma avaliação para uma priorização do projeto.
  • Responder aos Riscos: gerar as ações para minimizar as ameaças e maximizar as oportunidades do projeto, bem como definir os recursos necessários para implementá-las, seus responsáveis e os impactos em outras áreas de gerenciamento.
  • Controlar os Riscos: acompanhar os riscos ao longo do projeto, verificando sua real ocorrência, seus reais impactos no projeto e participar do processo de controle integrado de mudança do projeto.

Funções e responsabilidades:

  • Gerente do projeto: responsável pela coordenação dos processos, aprovação do plano e integração dos processos de gerenciamento de riscos com outras áreas de conhecimento.
  • Coordenador de riscos: responsável por coordenar os trabalhos necessários para a realização dos processos de gerenciamento.
  • Especialistas: profissional, ou grupo de profissionais, com conhecimento ou experiência necessária para auxiliar o gerente ou o coordenador na realização dos processos.
  • Responsáveis: profissional ou grupo de profissionais cuja função consiste em monitorar os riscos, implementar as respostas, verificar a necessidade de ações complementares, coletar lições aprendidas, reavaliar os riscos ao longo do projeto e informar ao coordenador o status dos riscos, bem como discrepâncias ocorridas.

Diretrizes:

  • Diretrizes de Identificação: forma que serão descritos; tipos de riscos a serem priorizados; técnicas para identificação; fontes de consulta.
  • Diretrizes de Análise Qualitativa: método para medir os riscos; fontes de consulta; responsável; onde serão registrados; parâmetros de priorização; frequência que os riscos devem ser revisados; outros itens pertinentes.
  • Diretriz de Análise Quantitativa: valor Esperado; fontes de consulta; responsável; registros; parâmetros de priorização; frequência que os riscos devem ser revisados; outros itens pertinentes.
  • Diretrizes de Respostas aos Riscos: as respostas planejadas para os riscos poderão ser definidas em um documento à parte, designado como Plano de Respostas aos Riscos, que conterá dados como: recursos necessários para implementar as ações; nova exposição ao risco após resposta; momento de acompanhamento do risco; responsável; gatilhos; frequência que os riscos deverão ser revisados; outros itens pertinentes.
  • Diretrizes de controle: processo contínuo, que deve ser realizado de duas formas: i) monitorando e controlando os riscos; ii) participando do processo de controle integrado de mudanças.

Reservas: Aqui deve-se definir se haverá reservas para o projeto e como elas deverão ser administradas.

Indicadores de desempenho: São indicadores que podem ser utilizados para avaliar a eficiência na realização dos processos. Entre eles estão:

  • Indicador de ameaças; Indicador de oportunidades; Indicador de impacto; Indicador de resposta.

Atualização do Plano: O gerente do projeto e o coordenador de riscos ficam responsáveis por realizar a atualização deste plano e emitir novas diretrizes, caso haja necessidade.


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